Recicla

A Samsonite regressa às aulas mais ecológica

O que têm em comum o Pato Dodie e o Guaxinim Remy? São as mais recentes malas ecológicas para crianças da linha Happy Sammies Eco, da Samsonite. O que as distingue é serem feitas a partir da reciclagem de garrafas PET.

Em formato mochila, trólei, pasta e estojo estas duas personagens podem fazer parte de um regresso às aulas mais sustentável. Miguel Duarte, o general manager do Grupo Modarte, que detém a distribuição da Samsonite em Portugal, explica que a matéria-prima que lhes dá forma é um tecido desenvolvido pela marca, o Reciclex, “similar ao nylon ou ao poliéster e é fabricado 100% através das garrafas PET”.

Este projeto insere-se na estratégia de economia circular da marca: “A Samsonite faz questão de colocar nas sua etiquetas de papel reciclado o símbolo com o número de garrafas usadas para fabricar aquele artigo”, refere o general manager. Isto porque, como as malas têm formatos diferentes, o número de embalagens reaproveitadas varia consoante cada modelo.

Por exemplo, cada mochila Pato Dodie é feita a partir de 5,47 garrafas, mas, se for um trólei, esse número sobe para 9,50. No caso do Guaxinim Remy são precisas 4,41 garrafas PET para fazer a mochila de alças e 6,54 para produzir uma pasta.

Além deste tecido e a pensar nas crianças, estas malas possuem alguns detalhes em 3D, refletores e alças ergonómicas. Miguel Duarte acrescenta ainda que “são livres de PVC”.

Apostando na ecologia, a Samsonite tem desenvolvido nos últimos dois anos algumas coleções amigas do ambiente, recorrendo não só a este tecido Reciclex, mas também a outros resíduos reciclados à base de plástico para incorporar no ciclo de fabrico.

Além da reciclagem, Miguel Duarte considera que a reutilização é também um fator importante. “Um dos pilares da Samsonite tem a ver com o serviço pós-venda e reutilização das malas, o chamado ‘arranjo técnico’, não apenas por uma questão de sensibilidade ambiental, mas, sobretudo, porque, muitas vezes, as malas estão ligadas a memórias e a emoções e, por isso, as pessoas preferem reparar”, afirma.