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Pelos trilhos dos parques naturais

Este verão as férias são para aproveitar ao ar livre e em contacto com a natureza. De norte a sul, Portugal tem diversos parques naturais por onde pode explorar trilhos e paisagens diferentes. Aqui ficam algumas sugestões.

Entre Minho e Trás-os-Montes pode encontrar o Parque Natural do Alvão. Aqui, o clima húmido de montanha propicia uma vegetação mais rasteira e a possibilidade de observar as diversas formações rochosas. É nesta área que se encontra a maior cascata de Portugal: conhecida como Fisgas de Ermelo, as suas quedas de água excedem os 200 metros de altitude.

Parque Natural do Alvão

Parque Natural da Serra de São Mamede, situado no Alto Alentejo, é a maior cadeia montanhosa abaixo do Tejo. Abrange quatro concelhos e disponibiliza diversos percursos para percorrer a pé ou de bicicleta, sobretudo todo o terreno. Por estes caminhos, os mais atentos conseguem avistar diversas aves e também alguns pequenos mamíferos.

Se birdwatching é uma atividade que não quer perder então o ideal será visitar o Parque Natural da Ria Formosa. Constitui-se como a mais importante zona húmida do sul do país e é o local de eleição de diversas espécies de aves, como a galinha-sultana, símbolo da reserva.

Parque Natural da Ria Formosa

Com vista para a serra algarvia, mas geograficamente um pouco mais acima encontra-se o Parque Natural do Vale do Guadiana. Uma paisagem para apreciar ao longo de quase 70 mil hectares de vegetação e diversos percursos pedestres. Um dos seus principais atrativos denomina-se “Pulo do Lobo”, uma queda de água de cerca de 20 metros e local onde as margens se aproximam, dando a sensação de que, num salto, se atravessa o rio.

Dividido, não por duas margens, mas por dois maciços (o daa Serra da Coroa e da Serra de Montesinho), encontra-se o Parque Natural de Montesinho. Entre Bragança e Vinhais, e por entre trilhos, pode visitar paisagens protegidas e cerca de 90 aldeias espalhadas pelos mais de 74 hectares. 

Parque Natural de Montesinho

Andar a pé, ao ar livre, é um bom antídoto depois de semanas de confinamento. Mas, não se esqueça: deixe que a natureza o marque, mas não deixe marcas na natureza…