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Reciclável ou não reciclável? Eis quatro respostas

Separar as embalagens é um processo simples e acessível, mas sabemos que alguns objetos podem suscitar dúvidas devido à sua composição. Será que são recicláveis? E, se são, para que local devem ir?

Porque queremos que recicle sempre e melhor, damos quatro exemplos que podem ajudar a esclarecer algumas das dúvidas.

O que fazer com as embalagens com diferentes materiais?
Para simplificar o processo de separação dos materiais para reciclagem, deve seguir-se a regra do material que está em maioria. Isto é, se a embalagem é maioritariamente constituída por papel, ela deve ir para o ecoponto azul, apesar de também conter uma porção de plástico.

Esta ideia aplica-se a diversas embalagens cuja constituição é mista ou que possuem uma tampa de material diferente, por exemplo os sacos de papel para o pão com janela plástica ou as caixas de brinquedos, que muitas vezes são compostas por cartão e plástico.

Os sacos que envolvem as batatas, os alhos e as cebolas vão para o ecoponto?
A resposta é sim. Os sacos de rede que, geralmente, envolvem alguns legumes nos supermercados também encontram lugar no ecoponto. Depois de guardados os legumes na cozinha, estes sacos, por serem de plástico, devem ser colocados no ecoponto amarelo.

A esferovite pode ser reciclada?
Sim. As embalagens feitas com este material podem ser colocadas no ecoponto amarelo. Quer sejam as cuvetes do material EPS, isto é, as que por norma são utilizadas para envolver os eletrodomésticos ou outros objetos frágeis, quer sejam as que geralmente servem para transporte e conservação de carne e peixe, designadas XPS, mesmo que contenham sujidade.
Apesar de terem, na sua constituição, componentes diferentes e aplicações distintas, ambas podem ser recicladas.

Loiça, espelhos, e vidros de janelas não vão para o vidrão porquê?
No ecoponto verde só há lugar para embalagens de vidro, isto é, para garrafas, frascos e boiões, uma vez que têm características semelhantes na sua composição e são fundidas à mesma temperatura durante a reciclagem, garantindo assim que, findo esse processo, se obtém vidro de qualidade. Ao misturar outros tipos de vidro que fundem a temperaturas diferentes, contamina-se todo o material, inviabilizando a possibilidade de reaproveitar o vidro lá colocado.

Se tiver loiças, espelhos, ou outros vidros para descartar deve levá-los para o ecocentro mais próximo, ou colocá-los no contentor de lixo comum.

Faça parte da solução, comece o ano a reciclar mais e melhor.